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Política

Militante admite presença de armas em acampamento bolsonarista: "Servem para proteção dos membros"

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Ra Revisor CNF - Publicado em 12/05/2020 às 22:40.
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Há algum tempo, já era especulado que entre os auto-denominados “300 de Brasília” havia alguns militantes com armas de fogo. Essa dúvida foi esclarecida depois da entrevista da porta-voz do grupo Sara Winter à imprensa.

De acordo com a porta-voz, há sim a presença de armas de fogo dentro do grupo de militantes. Segundo ela é para a proteção dos próprios membros do acampamento.

Sara conta que dentro dos grupo há membros que são CACs, o que significa que são Colecionadores, Atiradores e Caçadores. Alguns outros que também possuem armas de fogo, são pessoas que possuem o registro formal do armamento.

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Desde que foi levantado uma possível suspeita de desenvolvimento de atividades paramilitares pelo grupo radical “300 de Brasília”, essa foi a primeira vez que alguém admitiu a existência de armas possivelmente letais dentro do grupo. Mesmo assim, a ativista nega que o grupo está desenvolvendo algo paramilitar.

Esse grupo de militantes são alvos da PGR, Procuradoria-Geral da República, já que foi aberto inquérito para averiguar uma suposta formação de milícia originária desse grupo.

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Sara Winter que é a porta-voz do grupo, foi candidata a deputada federal pelo DEM do Rio de Janeiro, mas não obteve sucesso na eleição. Desde então, aposta na radicalização e no extermínio da esquerda e do STF.

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Sara além de ostentar armas em suas fotos nas redes sociais, garante que atira muito bem. Segundo a militante, eles (o grupo) estão preparados para dar a vida pela nação e as principais armas são a fé em Deus, a esperança no governo de Jair Bolsonaro e alguns outros métodos de ação não violenta.

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